Overlord V02-13 (Espadas Gêmeas da Morte Cortante - Parte1)


Eles passaram uma noite ao ar livre enquanto se dirigiam para o Vilarejo Carne, e outra noite dentro do próprio vilarejo. Depois disso, eles partiram do Vilarejo Carne pela manhã rumando para E-Rantel, e assim a jornada de três dias e duas noites chegou ao fim. Já era quase noite quando puseram os pés na cidade.

As estradas principais eram iluminadas por postes de iluminação feitos com magia 「Continual Light」, a luz emitida era de cor branca. Enquanto isso, a diversidade dos pedestres também mudava, não havia mulheres jovens e crianças para serem vistos, mas sim homens cansados que voltavam para casa depois de terem terminado o dia de trabalho. As duas fileiras de lojas de ambos os lados emitiam sons alegres e agradáveis.

Ainz olhou nos arredores.

A cidade não mudou muito em três dias. Ou melhor, ele havia ido para o Vilarejo Carne logo depois de chegar a E-Rantel, então ele não tinha muita base para comparação. Ainda assim, ele sentiu que as ruas pacíficas permaneciam as mesmas.

Eles se desprenderam da estrada principal, e então Ainz e companhia pararam.

Obviamente, parar no meio de uma rua movimentada seria um grande obstáculo, mas ninguém se atrevia a reclamar. Isso porque ninguém se atreveu a chegar perto de Ainz.

Ainz deu de ombros e, cansado, ele espiou as pessoas ao seu redor.

Quase todos que passavam na rua pareciam estar olhando na direção de Ainz — não, eles definitivamente estavam olhando para ele — e sussurrando uns para os outros.

Os sons de suas conversas se infiltraram nos ouvidos de Ainz, e ele sentiu como se estivessem zombando dele. No entanto, isso foi apenas um erro de interpretação da parte de Ainz. Pois se prestasse mais atenção, perceberia que todos estavam discutindo assuntos em tons de elogio, surpresa ou até mesmo medo absoluto.

Mesmo assim, ele não conseguia acreditar em si mesmo ao ponto de ficar aliviado.

Ainz silenciosamente abaixou a cabeça e olhou para o pêlo branco perolado abaixo dele. Isso porque ele estava cavalgando o Sábio Rei da Floresta.

As pessoas ao seu redor ficaram surpresas com a majestosidade do Sábio Rei da Floresta — Ainz queria contestar essa escolha de palavras —, eles discutiam como aquele guerreiro poderia montar uma fera tão temível, digna, etc.

Eu deveria ser capaz de me orgulhar disso... né...?

Essa reação foi totalmente compreensível. As pessoas estavam louvando o Sábio Rei da Floresta como uma criatura poderosa, mas para Ainz era mais uma forma de humilhação pública. Em comparação, era como um solteirão de meia-idade, sem família ou namorada, andar sozinho de carrossel e ainda se sentir orgulhoso.

Como desgraça pouca era bobagem, ainda era uma montaria muito desconfortável. Como o Sábio Rei da Floresta tinha uma estrutura corporal completamente diferente de um cavalo comum, Ainz foi forçado a abrir bem as pernas e empinar a bunda para trás. Se ele não adotasse essa postura — que lembrava um ginasta olímpico — enquanto cavalgava, seria difícil manter o equilíbrio.

Naturalmente, montar o Sábio Rei da Floresta não foi idéia de Ainz. Foi a pressão não só dos Espadas das Trevas e do Sábio Rei da Floresta, mas também a humilde petição de Narberal de que “um governante não deveria estar andando a pé”. Isso o fez pensar que talvez cavalgar no caminho de volta fosse uma boa idéia, mas acabou assim.

Se eu soubesse que seria assim, teria recusado. Será que alguém armou isso e eu caí?

Montar um hamster era algo que se ouvia nos contos de fadas. No entanto, essas criaturas eram mais adequadas para crianças. De certo nível, uma mulher montar um não ficaria estranho. Mas um guerreiro robusto em armadura completa não fazia o menor sentido.

Todavia, o povo circundante parecia pensar que Ainz era o único a reagir desta maneira.

Será que não tenho senso de estética, ou o deles que é estranho? Ou será que o mundo inteiro é maluco assim?

Claro, ninguém responderia um pensamento. Contanto que a maioria das pessoas achasse magnifico, então era o senso estético de Ainz que era falho. Foi por isso que ele não pôde protestar sobre montar o Sábio Rei da Floresta. Além disso, se a cavalgada fizesse do aventureiro Momon alguém muito mais memorável — o que ajudaria a fixar seus pés aqui —, seria mais uma razão para fazê-lo.

Basicamente isso é uma forma de passar vergonha, não?

A psique de Ainz suprimia automaticamente qualquer emoção que tivesse excedido uma certa magnitude, mas isso não estava acontecendo agora. Em outras palavras, isso não estava realmente afetando ele. Tudo isso levou Ainz a se indagar.

Quer dizer que sou imune à vergonha... não me diga que virei um masoquista sem vergonha? ...Mas sempre senti que estava mais do lado sadista...

“Já que estamos de volta à cidade, parece que a missão acabou.”

Enquanto Ainz comparava as imagens e vídeos que ele havia coletado no passado com seu estado mental atual e agonizava com seus possíveis fetiches sexuais, Peter e Nfirea iniciaram uma conversa.

“Sim, é como diz, a tarefa está quase pronta. Então... eu já preparei a remuneração, mas ainda tenho que pagar o bônus que negociamos na floresta. Podem vir comigo até a loja da minha família?”

O vagão da carroça atrás de Nfirea estava cheio de ervas. Além disso, havia casca de árvore, frutas estranhas que pareciam galhos, um cogumelo gigantesco que era grande o suficiente para um homem colocar os braços ao redor, capim extremamente alto e outras colheitas mais. Para um amador, não pareciam nada mais que plantas, mas para olhos treinados, eram uma pilha de tesouros brilhantes.

Depois que Ainz subjugou o Sábio Rei da Floresta, eles estavam livres para explorar completamente a região em sua antiga esfera de influência. Eles descobriram muitas ervas raras e valiosas, bem como outros ingredientes que poderiam ser usados para fazer outras poções. Nfirea colheu sem parar, prometendo aos outros que ele lhes pagaria um bônus generoso em cima do montante predeterminado.

“Momon-shi, é melhor rumar para a Guilda dos Aventureiros primeiro!”

“Oh, certamente. Como eu trouxe um monstro até a cidade, preciso registrar o Sábio Rei da Floresta na Guilda.”

“É bem chato, mas as coisas são assim.”

“Qual o plano? Como eliminamos aqueles Ogros e Goblins. Que tal todos irmos à Guilda juntos?”

“Hmm — não, acho que não. Momon-san, você basicamente fez todo o trabalho pesado, então devemos ir primeiro à casa do Nfirea-san e ajudar a descarregar as ervas. Se eu não fizer isso, vou ficar envergonhado de receber a mesma bonificação que a sua.”

Os Espadas das Trevas assentiram após Peter terminar, e Nfirea educadamente acrescentou:

“Oh, não precisam se esforçar assim, eu—”

“Bem, você concordou em nos pagar um bônus, então considere isso como um favor da nossa parte.”

Depois de ouvir a declaração gentil de Peter, Nfirea respondeu polidamente:

“Então, quando os senhores vierem à nossa loja procurando poções, nós lhes daremos um desconto.”

“Nada nos agradaria mais. Então, Momon-san, vá à Guilda primeiro e nos encontre na casa do Nfirea-san depois. Vamos direto para a casa dele, cuidaremos das tarefas lá e depois iremos à Guilda pra assinar a papelada. Infelizmente, teremos que incomodá-lo por mais um dia, pois só podemos reivindicar a recompensa pelos Ogros amanhã... apareça lá no mesmo horário que nos conhecemos na Guilda.”

“Claro.”

Ainz assentiu em resposta a essa sugestão. Ele poderia simplesmente pedir a uma recepcionista para preencher os papeis, por isso ele não queria ir à Guilda com eles. Ele teria que fingir que sabia ler e escrever o idioma local, isso poderia muito bem fazer com que todo o seu trabalho nos últimos dias fosse em vão.

“Beleza. Até depois, então!”

Ainz assentiu levemente, e então ele e Narberal se separaram de Nfirea e dos Espadas das Trevas. Neste momento, Narberal se inclinou e perguntou:

“Podemos confiar neles?”

“...Está bem. Mesmo se eles nos traírem, o máximo que perderemos é a recompensa pelos Ogros. Se nos fixarmos nessa quantidade desprezível de dinheiro e tivermos uma reputação de mesquinhos, isso fará mais mal do que bem à nossa causa.”

Ainz tinha vindo a esta cidade para construir um nome para si mesmo. Ganhar uma reputação de mesquinho impediria seus planos futuros.

Ele simplesmente teria que fingir ter um grande coração.

Enquanto pensava nisso, Ainz procurou preguiçosamente sua algibeira de dinheiro. As pontas dos dedos a apertaram quase imediatamente — um sinal de que não havia muito dinheiro dentro — mas ele podia facilmente dizer que ainda restavam algumas moedas. No entanto, ele tinha o alojamento da noite para se preocupar.

Poderia não ser o suficiente se incluísse os custos de comida e bebida, mas Ainz era undead, enquanto que um anel no dedo de Narberal estava imbuído de magia eliminando a necessidade comer ou beber, o que ajudou muito na redução de custos. Narberal podia equipar e usar dois anéis, e um de seus slots de anel foi alocado para isso. Inicialmente, ele havia sido escolhido para proteger contra o consumo de algo venenoso, mas provou-se inesperadamente útil nessa situação.

Mas quando Ainz olhou para o Sábio Rei da Floresta abaixo dele, pensou:

Esse carinha tem que comer em algum momento

Então Narberal interrompeu:

“Definitivamente... seria estranho que o onipotente Ainz-sama se preocupasse com uma soma tão pequena. Minhas desculpas por penar algo tão superficial.”

“Uhum.”

Ainz deu um tapinha em sua algibeira de dinheiro e sentiu o que parecia ser um filete de suor em suas costas, algo que não deveria acontecer. Ele silenciosamente amaldiçoou a si mesmo por criar gastos desnecessários. E também—

“Ainz-sama...” não me chame assim, Narberal. Ainda bem que ninguém estava por perto para te ouvir...

Enquanto Ainz suspirou internamente, Narberal continuou feliz:

“Essas formas de vida inferiores (moscas-grua) devem se prostrar diante de seu incrível poder, Ainz-sama.”

“Bem, talvez não precisa exagerar tanto...”


“Ainz-sama, o senhor está sendo muito modesto. Embora os Ogros devam ser menos que insetos diante de seus olhos, o senhor ainda demonstrou sua esgrima de primeira-classe para nós. Estou verdadeiramente maravilhada, Ainz-sama.”

Ainz sentiu um estranho tremor na cintura do Sábio Rei da Floresta, mas não prestou atenção e, em vez disso, disse à Narberal:

“...Apenas manejei minhas espadas usando força bruta e nada mais.”

Embora matar Ogros de uma só vez parecesse bastante impressionante, esse não era realmente o caso. Quando ele viu Gazef lutar, Ainz tinha visto os movimentos e técnicas fluidas do homem, mas quando refletiu sobre seus próprios movimentos, ele só conseguia ver uma criança agitando um graveto. E ficou envergonhado ao perceber isso.

O que os Espadas das Trevas admiravam era apenas o poder destrutivo nascido de sua força sobre-humana. Era completamente diferente da sua crença do que seria um verdadeiro guerreiro do calibre de Gazef.

“Parece que é muito difícil se mover e lutar como um verdadeiro guerreiro.”

“...Então, que tal usar a magia para se transformar em um?”

Havia cinco magias que Ainz poderia usar enquanto usava armadura, e uma delas permitia que ele convertesse seus níveis de magic caster em um número equivalente de níveis de guerreiro. Em outras palavras, usando essa magia, ele poderia temporariamente se tornar um guerreiro de nível 100.

Embora também tivesse o benefício de poder usar certas armas e armaduras que normalmente precisariam de profissões específicas para acessar, havia muitos inconvenientes para aquela magia. A primeira fraqueza, era que ele não podia lançar outras magias enquanto a magia estava em vigor. Além disso, essa magia não daria habilidades especiais de guerreiro, e seus escores de habilidade recalculados seriam menores do que um guerreiro real. Em outras palavras, era uma magia que o transformaria em um guerreiro nível 100 básico. É claro que era suficiente para cruzar lâminas com combatentes de segunda categoria como sacerdotes e afins, mas ele não teria chance de vencer um oponente que fosse um guerreiro de verdade.

Mesmo assim, Ainz seria muito mais forte do que em seu estado atual.

O problema era—

“Há muitos inconvenientes naquela magia. Se eu for emboscado por um oponente do meu nível, não poderei usar magias por um tempo, então a derrota é certa. Eu poderia usar pergaminhos para lançar magias, mas levaria muito tempo de preparação. Estas são as grandes falhas daquela magia.”

Como não sabia se havia jogadores inimigos por perto, ele não podia se permitir abaixar a guarda. Não havia necessidade de usar essa magia e tornar-se mais fraco de propósito.

“Eu estou fingindo ser um guerreiro para esconder minha verdadeira identidade, então não há necessidade de ficar tão chocado.”

“Hgh!”

Um tremor percorreu o Sábio Rei da Floresta quando levantou a cabeça para olhar para Ainz, um olhar surpreso no rosto.

“Seu humilde servo estava ouvindo tuas palavras; será que não é mesmo um guerreiro, Milorde?”

O Sábio Rei da Floresta olhou para Ainz com seus redondos olhos negros. Ainz olhou de volta e acenou com a cabeça, como se dissesse: Exatamente. Com um tom de orgulho em sua voz, Narberal explicou:

“Ainz-sama está meramente fingindo ser um guerreiro. É como um jogo para ele. Se ele usasse as magias que são seu verdadeiro poder, ele poderia facilmente separar os céus e destruir a terra.”

Ainz não conseguia negar Narberal com palavras como “Não exagere...”, não quando ele era confrontado com a fé absoluta de sua serva, ou o fato de que ela sentia que era perfeitamente lógico.

“...Mm, algo assim. Sábio Rei da Floresta, não se sente feliz por não ter lutado contra o meu verdadeiro eu? Se eu tivesse usado o meu verdadeiro poder, você teria sido destruído em um instante.”

“E-este aqui entende, entende sim... Milorde, seu servo Hamsuke será duplamente fiel ao senhor!”

Quando o Sábio Rei da Floresta pediu um nome, a primeira coisa que veio à mente de Ainz foi Hamsuke. Uma vez que o nomeou Hamsuke, o Sábio Rei da Floresta pareceu bastante satisfeito. Porém, quando Ainz pensou um pouco mais, o nome Hamsuke soou realmente muito idiota.

...Talvez eu tenha sido muito apressado em dar o nome de Hamsuke... Talvez Daifuku... seria mais sonoro... o pessoal da guilda sempre dizia que meu gosto para nomes não é dos melhores...

Com um leve sentimento de arrependimento, Ainz — montado em cima de Hamsuke, o Sábio Rei da Floresta — trotou em direção à Guilda dos Aventureiros.

♦♦♦

Eles dirigiram a carroça para o quintal da loja, parando em frente à porta dos fundos. Nfirea abriu a porta, estava com uma lanterna mágica na mão. Ele pendurou-a em uma parede interna, iluminando o interior escurecido.

Por causa da luz da lanterna, eles podiam ver vários barris dentro da casa. O cheiro de ervas secas pairava no ar, sugerindo que aquela sala era um lugar para o armazenamento de ervas.

“Então, posso incomodá-los para me ajudar com as ervas?”

Os Espadas das Trevas respondiam alegre e afirmativamente enquanto descarregavam com cuidado os amarrados de ervas da carroça, movendo-os para dentro.

Quando ele mostrou aos aventureiros onde colocar as ervas, uma pergunta surgiu de sua mente:

“A Obaa-chan não está em casa?”

A avó de Nfirea era bem velha, mas seus olhos e ouvidos ainda eram aguçados. Ela deveria ter vindo no momento em que os ouviu movendo as coisas. No entanto, se estivesse focada em fazer poções, dificilmente prestaria atenção a meros ruídos. Como nada parecia distante do habitual, Nfirea não deu muita importância.

Depois de descarregar e organizar as ervas, chamou os Espadas das Trevas.

“Obrigado por me ajudarem! Deve ter suco de frutas frescas na cozinha, por favor entrem e bebam um pouco.”

“Maravilha!”

Lukrut, com a testa brilhando de suor, exclamou deliciado. Os outros assentiram alegremente também.

“Só me seguirem então—”

Assim que Nfirea estava prestes a levar os outros dentro de casa, alguém abriu a porta do outro lado do armazém.

“Oiiii~! Bem-vindo em casa~.”

Diante dele, havia uma jovem bonita com um ar de inquietação. Seu cabelo loiro balançava ao vento.

“Ah~ eu estava preocupada, sabia? Eu pensei que tivesse desaparecido. Me senti tão desolada — eu não sabia quando você voltaria, me deixou te esperando um tempão, viu?”

“...Posso, posso perguntar quem é você?”

“Eh! Vocês não se conhecem?”

Peter exclamou surpreso. Ele pensou que eles se conheciam, dado o tom de voz familiar da mulher.

“—Hm? Ehehehe~ Eu vim pra te sequestrar~ Eu preciso de alguém para usar uma magia que convoca uma graaaaande horda de undeads, 「Undeath Army」, então pode usar o item mágico? A Onee-chan aqui tá te implorando~.”

Os Espadas das Trevas sentiram o ar de malícia irradiando da garota e imediatamente sacaram suas armas. Embora todos estivessem em uma posição de combate, a garota disse alegremente:

“Será uma magia de sétimo nível que dificilmente alguém pode usar, por isso terá que usar a Crown of Wisdom. Você não pode controlar todos os undeads, mas pode guiá-los! Que plano perfeito~!”

“Nfirea-san, recue! Saia daqui!”

Peter olhou para a mulher com cautela, com a espada em mãos ele falou em tom firme como aço:

“Se ela tá falando tudo isso, é porque deve ter certeza que pode nos matar. Como você é o alvo dela, a única maneira de mudar as coisas é fugir.”

Quando Nfirea recuava em pânico, os Espadas das Trevas ficaram firmes na frente dele, transformando-se em seus escudos de carne.

“Ninya, fuja com ele!”

Depois que Dyne falou, Lukrut gritou:

“Pegue o menino e corra! Você disse que salvaria sua irmã sequestrada, então vai!”

“Isso mesmo. Você tem algo que precisa fazer. Acho que não poderemos te ajudar até o fim... mas pelo menos podemos comprar algum tempo.”

“Pessoal...”

“Mmm~ que comovente~ tá quase escorrendo uma lágrima aqui, mm. Mas se ele escapar, seria um pé no saco. Então vamos deixar as brincadeiras de lado~.”

A garota sorriu alegremente e retirou um par de stilettos de baixo da túnica quando viu o olhar duvidoso no rosto de Ninya, que mordia os lábios em apreensão. Nesse momento, a porta de trás se abriu, revelando um homem pálido, magro e doentio, que parecia mais morto do que vivo.

Eles foram pegos em um ataque de pinça. Os rostos dos Espadas das Trevas ficaram sombrios.

“...Você está se empolgando demais.”

“Ah~ qual é, Khajii-chan? Não foi você quem fez os preparativos para que os gritos deles não fossem ouvidos? Não são nada de mais, deixa eu tirar uma casquinha~.”

A maneira como a garota sorria com os dentes à mostra enviou um arrepio na espinha de Nfirea.

“Então, como não há lugar para vocês correrem, vamos nos divertir~.”


Yokai POP
Yokai POP

Dividindo com o mundo as histórias que eu gosto.

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